RSS

Tem uma idéia inovadora? Siga esse caminho

qui, 25 jun , 2009 Comente Aqui!

Incubadora de Empresas

Incubadora auxília empresa a se tornar um sucesso

Como encontrar apoio para desenvolver e lançar produtos inovadores? O Haroldo César, da Blazei Brasil, traçou um roteiro perfeito para criar novos produtos. A expertise ele adquiriu no período que trabalhou no projeto de cogumelos da Embrapa, instituição pública de pesquisa agropecuária.

O Haroldo queria produzir farinhas e extratos a partir de cogumelos, fonte rica de proteínas e antioxidantes. O foco era o promissor mercado de alimentos: a farinha pode ser usada na fabricação de barras de cereais, pães e massas. “Lançar uma empresa e colocar um produto novo no mercado não é fácil. Por isso buscamos ajuda no sistema de incubação do UNICEUB, Centro Universitário de Brasília, que tem apoio do SEBRAE.”, conta o pesquisador.

Para conquistar fontes de financiamento, Haroldo fez um plano de negócio. “É muito interessante você estruturar a tua idéia, colocá-la no papel e mostrar a viabilidade econômica”. O empreendedor apresentou, então, a proposta para a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). A idéia foi aceita e as entidades financiaram a pesquisa, que teve a aprovação da Agência Nacional de Vigilânica Sanitária (Anvisa).

Hoje, a Blazei Brasil se assemelha a um grande laboratório, com espaços de cultivo e secagem de cogumelos. “Chegamos a uma capacidade para uma tonelada e meia nesse momento.” A empresa fornece alimentos para outros negócios nacionais e internacionais. Também trabalha num projeto com a Embrapa, e assim devolver para a sociedade os recursos públicos que recebeu. “Estamos pensando em repassar a tecnologia que desenvolvemos para outros produtores”, conta Haroldo.

Saiba Mais
Fontes de investimeto em inovação

Canais de inovação

Incubadoras

Pare de vender, ofereça valor!

qua, 24 jun , 2009 Comente Aqui!

Jeffrey Thull esteve presente na parte da tarde do último dia do Special Management Program organizado pela HSM. Ele reforçou que a abordagem da venda baseada em diagnóstico pressupõe um processo cujo objetivo não é vender, mas preparar fornecedor e cliente potenciais para uma decisão de qualidade. “Pare de vender! O que você está conduzindo é uma decisão sobre troca de valor”, diz Thull. Ele resumiu a responsabilidade do vendedor antes de fechar negócio: identificar a ausência de valor no cliente e os valores que poderá entregar.

O palestrante lembrou que, dependendo da cultura da empresa cliente, o vendedor poderá se deparar com alguém, o gerente de compras, por exemplo, que tenta evitar que o vendedor converse com outras pessoas da empresa para se aprofundar no conhecimento do negócio do cliente. Diante de uma barreira assim, o conselho de Thull é: “Diga que você espera trabalhar com o cliente e que deseja explicar a ele como você se prepara para isso. Procure saber quem são as pessoas que têm mais conhecimento sobre o tema em questão e diga ao comprador que deseja 15 ou 20 minutos de conversa telefônica com elas. Ressalte que ele é bem-vindo para participar dessas entrevistas e deixe claro que seu objetivo principal é discutir com ele, em seguida, a direção que você tomará no processo”. Na visão de Thull, grande parte dos compradores ficará mais tranquila e dirá que gostou da sugestão.

Entretanto, se o cliente insiste em não permitir que você se prepare para um diagnóstico por meio de um melhor entendimento do negócio, ele está lhe dizendo, provavelmente, que vai decidir com base em preço, e não na qualidade.

Thull provoca: “Por que vocês acham que as empresas compram como compram? Porque nós assim os ensinamos. Eles aprenderam a se defender dos abusos dos vendedores do passado. Agem como uma doença autoimune”. Mas um processo de compras não é um processo de tomada de decisão; então, os vendedores não devem adequar sua ação ao processo de compras.

“A maioria dos vendedores nem percebe que tem direito de pedir para se preparar. Somos profissionais!”, lembra Thull. Quando esse direito é negado, quando, por exemplo, o cliente trabalha no sistema de leilão, o vendedor deverá se perguntar: “Será que existe algum lugar melhor onde eu poderia estar?”

A negociação é o processo todo

Jeffrey Thull conta que o Prime Resource Group, do qual é CEO, recebe muitas ligações de empresas que querem um programa para seu pessoal de vendas e um sintoma comum que apresentam é que os vendedores não são bons em negociar. Ele constata: “Eles visualizam a negociação como aquilo que acontece no final da venda. Na nossa visão, negociação é comunicação e começa com as primeiras palavras que você emite”.

Negociações “de última hora”, as que acontecem após a entrega da proposta, levam a um ciclo maior de vendas, às idas e vindas de propostas e muita incerteza. “Negociação é comunicação e estamos falando de comunicação aberta, honesta, objetiva”, reforça Thull. Se a empresa fornecedora opta por tratar desconfiança com desconfiança, por exemplo, entrará numa espiral decendente, e o resultado será nenhuma venda ou venda com margem de lucro baixa.

O melhor gestor de vendas está no campo

Uma das mensagens que Thull deixou aos líderes de equipes de vendas foi a importância de transmitirem aos vendedores que estão atentos aos seus objetivos pessoais e que esses objetivos devem entrar nos planos da área. Essa é a postura do coach interativo. “Eu sento com você, você diz quanto quer ganhar e nós modificamos os planos em conjunto”, esclarece o palestrante. Dessa maneira, o vendedor torna-se proprietário do plano de vendas, que deve traduzir a estratégia da empresa, e acredita que ele vai funcionar.

O gestor que age assim é aquele que tem consciência de que o vendedor é o seu cliente. “O gestor de vendas realiza o mesmo processo de diagnóstico de que falamos para descobrir a ausência de valor que impacta o trabalho do vendedor”, explica Thull. Assim, ele sempre fará o diagnóstico dos recursos e ferramentas necessários ao profissional de vendas. Ele sabe que é sua responsabilidade identificar rapidamente uma lacuna e tomar as providências.

“Os melhores gerentes de vendas estão no campo com os seus vendedores”. É no campo que aprendem com os melhores vendedores e seleciona mentores dentro da organização, criando uma rede independente de crescimento.

<via>

Quem são os nossos consumidores ?

dom, 14 jun , 2009 Comente Aqui!

Um estudo aponta cinco perfis de consumidores. As características de consumo são motivadas por critérios individuais e, por isso, as pessoas reagem de maneiras distintas à crise quando o assunto é comprar.

É isso o que mostra o estudo “Oportunidades de Mercado em Momentos de Crise”, elaborado pela agência Officina Sophia. Realizada com 500 pessoas (homens e mulheres), das classes A, B, C e D, idade entre 18 e 65 anos e moradores da Grande São Paulo, a pesquisa chegou a cinco perfis distintos de consumidor. Veja quais são:
(mais…)

Consumidores pensam que marcas que deixam de anunciar estão indo mal.

dom, 14 jun , 2009 Comente Aqui!

Estudo realizado pela Ad-ology Research mostrou que 48% dos americanos pensam que a falta de investimentos em publicidade durante o período de crise econômica indica que a empresa vai mal das pernas. É isso mesmo, para a grande maioria dos entrevistados, continuar anunciando, mesmo em momentos críticos, é sinal de que a empresa é competitiva e empenhada em fazer novos negócios.

A pesquisa confirma ainda que os consumidores que viram ou ouviram qualquer tipo de propaganda no mês anterior à entrevista, seja pela TV, jornal, rádio, mala direta ou internet, acabaram comprando algum dos produtos anunciados. Ou seja, mesmo na crise, a publicidade ainda vende. Tem mais – os clientes estão mais exigentes e com novas preocupações. Prova disso é que a maioria dos americanos está disposta a pagar mais por produtos orgânicos, sinal de que marcas associadas a uma vida saudável tendem a enfrentar menos turbulências durante a crise.
Mas mesmo com essa vontade toda de gastar, os americanos estão encontrando novas formas para economizar. Cerca de 40% dos consumidores disseram que utilizam hoje mais cupons de desconto do que há um ano. E que estarão propensos a comprar um item caro somente se o desconto for excelente.

Isso tudo reforça a tese de muitos especialistas de que os habitantes do planeta sairão dessa crise com um novo padrão de consumo. Será mesmo?

<via>

Veja os posts antigos